domingo, 2 de janeiro de 2011
Butterfly Enchanteur!
Tomara que não seja numa cama de hospital, né, Butterfly Enchanteur?!?
Deixa eu te ver amanhã? ^^
P.S.: É impressionante o quanto você e o Dalton Vigh se parecem!
- By Melonella
sábado, 1 de janeiro de 2011
Post Musical - O segundo de 2011
Like a Tattoo
Sade
He told me sweet lies of sweet loves
Heavy with the burden of the truth
And he spoke of his dreams
Broken by the burden
Broken by the burden of his youth
Fourteen years he said
I couldn't look into the sun
She saw him laying at the end of my gun
Hungry for life
And thirsty for the distant river
I remember his hands
And the way the mountains looked
The light shot diamonds from his eyes
Hungry for life
And thirsty for the distant river
Like the scar of age
Written all over my face
The war is still raging inside of me
I still feel the chill
As I reveal my shame to you
I wear it like a tattoo
I wear it like a tattoo
I wear it like a tattoo
Heavy with the burden of the truth
And he spoke of his dreams
Broken by the burden
Broken by the burden of his youth
Fourteen years he said
I couldn't look into the sun
She saw him laying at the end of my gun
Hungry for life
And thirsty for the distant river
I remember his hands
And the way the mountains looked
The light shot diamonds from his eyes
Hungry for life
And thirsty for the distant river
Like the scar of age
Written all over my face
The war is still raging inside of me
I still feel the chill
As I reveal my shame to you
I wear it like a tattoo
I wear it like a tattoo
I wear it like a tattoo
Post Musical - O primeiro de 2011
Smooth Operator
Sade Adu
Prologue
He's laughing with another girl
And playing with another heart
Placing high stakes, making hearts ache
He's loved in seven languages
Jewel box life diamond nights and ruby lights, high in the sky
Heaven help him, when he falls
And playing with another heart
Placing high stakes, making hearts ache
He's loved in seven languages
Jewel box life diamond nights and ruby lights, high in the sky
Heaven help him, when he falls
He move in space with minimum waste and maximum joy
City lights and business nights
When you require streetcar desire for higher heights
No place for beginners or sensitive hearts
When sentiment is left to chance
No place to be ending but somewhere to start
No need to ask
He's a smooth operator
Smooth operator, smooth operator
Smooth operator
Coast to coast, LA to Chicago, western male
Across the north and south, to Key Largo, love for sale
Face to face, each classic case
We shadow box and double cross
Yet need the chase
A license to love, insurance to hold
Melts all your memories and change into gold
His eyes are like angels but his heart is cold
No need to ask
He's a smooth operator
Smooth operator, smooth operator
Smooth operator
Coast to coast, LA to Chicago, western male
Across the north and south, to Key Largo, love for sale
Smooth operator, smooth operator
Smooth operator, smooth operator
Smooth operator, smooth operator
Smooth operator, smooth operator
Smooth operator, smooth operator
Caim e Abel
Caim e Abel eram filhos mais velhos de Adão e Eva, nascidos depois que Deus expulsou o casal do Paraíso. Caim, o primogênito, foi o primeiro ser humano a nascer - em vez de ter sido criado -, segundo a Torá, Caim lavrava a terra, enquanto Abel pastorava ovelhas.
Um dia, Deus pediu que Caim e Abel lhe oferecessem cada qual um sacrifício. Pelo que se diz, Abel refletiu muito sobre que tipo de oferenda agradaria mais ao Senhor e decidiu sacrificar-lhe uma de suas ovelhas. Caim, por outro lado, pensou apenas naquilo de que ele próprio menos necessitava, por isso ofertou um pouco de frutas e cereais. Deus não hesitou em preferir a oferenda de Abel.
Caim, tomado de inveja, matou o irmão mais novo. Quando Deus saiu em busca de Abel, não o encontrou. Perguntou então a Caim onde estava o jovem, e este respondeu: "Não sei. Sou eu guarda do meu irmão?" (Gn 4:9).
Depois de descobrir o que Caim havia feito, Deus o puniu com uma maldição: não poderia mais lavrar a terra e vagaria pelo mundo sem descanso. Caim temia ser molestado pelas pessoas que encontrasse, mas Deus colocou nele uma marca de proteção.
Além da lição moral e religiosa, a história de Caim e Abel ilustra o conflito histórico entre as pessoas que usavam a pouca terra fértil para plantar e as que a usavam para criar gado. Há na cultura suméria um conto parecido, em que uma bela deusa se vê forçada a escolher entre dois pretendentes: um deus agricultor e um deus pastor.
FATOS ADICIONAIS
1.Não se sabe qual foi o sinal posto por Deus em Caim. Uns dizem que foi uma marca no rosto; outros, cabelos ruivos. E há quem afirme tratar-se da pele negra, teoria aproveitada mais tarde para justificar a escravidão.
1.Não se sabe qual foi o sinal posto por Deus em Caim. Uns dizem que foi uma marca no rosto; outros, cabelos ruivos. E há quem afirme tratar-se da pele negra, teoria aproveitada mais tarde para justificar a escravidão.
2. Em algumas versões muçulmanas da história. Abel não teria oferecido resistência aos golpes de Caim e é visto como símbolo de pacifismo.
Now listening: Everybody Hurts, by R.E.M.
domingo, 26 de dezembro de 2010
A Mulher de Pilatos - Hymen Hymenalus (Antoinette May)
"Era uma recepção discreta - apenas alguns convidados -, nada parecida com o estilo de Agripina. Por quê? - perguntei a mim mesma, porém não por muito tempo. Pilatos estava lá. Ele era tudo o que importava. (...)
Meu olhar se encontrou com o dele. Pilatos me observava. Estremeci de prazer. Quando ele me dava aquele sorriso lento, parecia que tinha um mel derretido escorrendo pelas minhas costas. Ele cumprimentou o centurião com quem conversava e, em poucos passos, atravessou a grande sala. Acomodando-se num banco almofadado junto ao meu divã, cochichou em meu ouvido:
- Dizem que, mais cedo ou mais tarde, toda mulher fica com o rosto que merece.
Intrigada acompanhei seu olhar até um canto em que mamãe entretinha os convidados, no centro de um pequeno círculo de amigos.
- Ela ainda é muito bonita - disse Pilatos.
- E bonita por dentro também - acrescentei -, mas é preciso conhecê-la para descobrir isso.
Ele fez sinal para um escravo que passava, pegou duas taças de vinho e me entregou uma.
- Você tem a beleza dela e algo mais... um toque de mistério. Ninguém sabe exatamente no que está pensando. Você tem isso e... - inclinou-se para perto, tornando a cochichar - ...talvez uma certa malícia. Às vezes acho que gosta de criar problemas só para se divertir.
- Talvez - admiti.
Atrás dele, vi Germânico aproximar-se. Carregava uma lira embaixo do braço. Que amolação! Eu não queria que ninguém nos interrompesse.
- Dispensei os malabaristas - explicou Germânico. - O pesadão deixou cair a tocha duas vezes. E, depois, o barulho que eles fazem, toda aquela gritaria... Eu gostaria que você cantasse, Cláudia, como costumava fazer na Gália. Faz muito tempo que não ouço sua voz encantadora, tempo demais.(...)
Dedilhando alguns acordes, sussurrei uma prece a Ísis e comecei. Primeiro, uma leve paródia militar que sempre divertia Germânico. Depois, ganhando confiança, uma balada popular que parodiava a fábula de Leda e seu amado cisne. Pilatos chegou mais perto, sorrindo. Desviando meus olhos dos seus, vi as expressões de tédio cortês se transformarem em surpresa. (...)"
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Post Musical Natalino
Não poderia ser diferente, meus queridos!
Feliz Natal à minha família querida, aos meus amigos, aos meus seguidores e leitores do blog, e ao meu Butterfly Enchanteur!
God Rest Ye Merry, Gentlemen
Loreena Mckennitt
God rest ye merry, gentlemen,
Let nothing you dismay
Remember Christ our Saviour
Was born on Christmas Day
To save us all from Satan's power
When we were gone astray.
O tidings of comfort and joy,
comfort and joy;
O tidings of comfort and joy!
From God our Heavenly Father
A blessed angel came
And unto certain shepherds
Brought tidings of the same
How in that Bethlehem was born
The son of God by name
"Fear not," then said the angel
"Let nothing you affright
This day is born a saviour
Of a pure virgin bright
To free all those who trust in him
From Satan's pow'r and might"
The shepherds at those tidings
Rejoiced much in mind,
And left their flocks a-feeding
In tempest, storm and wind
And went to Bethlehem straightaway
This blessed babe to find
But when to Bethlehem they came
Whereat this infant lay
They found him in a manger
Where oxen feed on hay
His mother Mary kneeling
Unto the Lord did pray
Now to the Lord sing praises
All you within this place
And with true love and brotherhood
Each other now embrace
This holy tide of Christmas
All others doth deface
Feliz Natal à minha família querida, aos meus amigos, aos meus seguidores e leitores do blog, e ao meu Butterfly Enchanteur!
God Rest Ye Merry, Gentlemen
Loreena Mckennitt
God rest ye merry, gentlemen,
Let nothing you dismay
Remember Christ our Saviour
Was born on Christmas Day
To save us all from Satan's power
When we were gone astray.
O tidings of comfort and joy,
comfort and joy;
O tidings of comfort and joy!
From God our Heavenly Father
A blessed angel came
And unto certain shepherds
Brought tidings of the same
How in that Bethlehem was born
The son of God by name
"Fear not," then said the angel
"Let nothing you affright
This day is born a saviour
Of a pure virgin bright
To free all those who trust in him
From Satan's pow'r and might"
The shepherds at those tidings
Rejoiced much in mind,
And left their flocks a-feeding
In tempest, storm and wind
And went to Bethlehem straightaway
This blessed babe to find
But when to Bethlehem they came
Whereat this infant lay
They found him in a manger
Where oxen feed on hay
His mother Mary kneeling
Unto the Lord did pray
Now to the Lord sing praises
All you within this place
And with true love and brotherhood
Each other now embrace
This holy tide of Christmas
All others doth deface
Aconteceu conosco, Butterfly Enchanteur!
Não sei exatamente quando foi que comecei a reparar em você. Uma das coisas que pretendo fazer, quando tiver a minha cabeça recostada em seu peito, é perguntar quando é que exatamente você começou a reparar em mim. Há quantos anos? Dez? Eu era estagiária, você trabalhava numa empresa de transporte coletivo, e nós dois trocávamos olhares pelo retrovisor do bus, durante a minha ida ao trabalho e na volta, e quando eu ia pra faculdade. Apesar de todo meu escracho, sou terrivelmente tímida pra essas coisas; acho que você já deve ter reparado, quando olha para as minhas bochechas em vermelho rubro quando a gente se esbarra de manhã, ou na hora do almoço.
Nós nos perdemos, eu me perdi. Perdi a fé em mim, no amor, na vida. Passei a ser produto das circunstâncias, a viver ao sabor do vento, sonhos adormecidos, esquecidos, como se esquece um velho diário dentro de uma gaveta, de uma caixa no porão, no quartinho da bagunça.
E aí, a gente se encontra de novo.
Eu queria ter uma máquina fotográfica pra registrar a surpresa em nossos olhos quando nos pusemos diante um do outro, por uma coincidência, uma combinação dos dados - Roll The Bones! - uma ironia do destino, sei lá como chamar isso. O que é que você comentou com o seu colega, que colocou todo o corpo pra fora da janela quando você me mostrou a ele? O que é que vocês dois comentam quando nos encontramos, quase todos os dias, quando ele se aflige em te avisar que eu estou chegando? O que é que passa na sua cabeça quando eu sumo e volto a aparecer?
Daria metade do meu reino para ver o sorriso que a minha mãe me descreveu no dia em que nos falamos pela primeira vez, pelo telefone dela...
O que é que está escrito no papel que o teu colega tentou me entregar antes de ontem?
Quais serão as cenas dos próximos capítulos, querido meu?
A luz de perigo está acesa, piscando em neon, mas não me perdoaria se não corresse o risco...
Afinal de contas, quando eu estiver em perigo, é a você que vou chamar, sempre.
"Who do you need, who do you love, when you're come undone?"
- By Melonella -
Now listening: Come Undone, by Duran Duran
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